Reserva cognitiva e doença de Alzheimer

Autores

  • Margarida Sobral
  • Constança Paúl paul@icbas.up.pt

Palavras-chave:

doença de Alzheimer, reserva cerebral, reserva cognitiva, envelhecimento

Resumo

A “reserva” é considerada a capacidade do cérebro tolerar uma determinada quantidade de lesão sem o aparecimento de sintomas. O estudo da sua natureza e dos fatores que a determinam reveste-se de grande interesse científico e social, pois o incremento desta capacidade pode traduzir-se num atraso da expressão clínica do processo neurodegenerativo. Os objetivos deste trabalho são rever a literatura sobre a doença de Alzheimer, a reserva cerebral e a reserva cognitiva, rever a literatura sobre a associação entre reserva cognitiva e doença de Alzheimer e refletir sobre o uso de um instrumento de avaliação da reserva cognitiva. Os estudos indicam que fatores como capacidades inatas, nível socioeconómico, nível de escolaridade, tipo de trabalho ao longo da vida e atividades de lazer têm um impacto significativo na reserva cognitiva, sendo relevante a sua quantificação através de instrumentos específicos.

Biografias Autor

Margarida Sobral

Serviço de Psicogeriatria, Hospital de Magalhães Lemos; UNIFAI – Unidade de Investigação e Formação sobre Adultos e Idosos, Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto, Portugal

Constança Paúl paul@icbas.up.pt

UNIFAI – Unidade de Investigação e Formação sobre Adultos e Idosos, Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto, Portugal

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Publicado

2026-01-06