Impactos da participação de pessoas idosas em Centros de Convivência na qualidade de vida

Revisão integrativa

Autores

  • Risomar Da Silva Vieira Valdemar Clímaco Vieira e Cosma Francisca da Silva Vieira
  • Josielma da Silva Fernandes Departamento de Fisioterapia. Universidade Estadual da Paraíba. Campina Grande, Paraíba, Brasil. https://orcid.org/0000-0001-6674-991X
  • Marcia de Araújo Corcino Fernandes Departamento de Fisioterapia. Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa , Paraíba, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-2838-7898
  • Regimênia Maria Braga de Carvalho Departamento de Fisioterapia. Universidade Estadual da Paraíba. Campina Grande, Paraíba, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-8943-8986

Palavras-chave:

Pessoa Idosa, Centro De Convivência para Idosos, Qualidade De Vida.

Resumo

Introdução Diante do aumento da população idosa, surgem demandas para favorecer uma melhor qualidade de vida. Assim, foram implantados os Centros de Convivência do Idoso - CCI para fortalecer a rede de convívio da pessoa idosa. Este estudo tem como pergunta norteadora: Quais os impactos da participação em CCI na qualidade de vida em pessoas idosas?  Com o objetivo de verificar as evidências científicas sobre os efeitos físicos, psicológicos e sociais da participação em CCI na qualidade de vida de pessoas idosas. Metodologia: Foram utilizadas três bases de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs), PubMed e Scielo. E a combinação dos descritores em português e inglês: pessoa idosa, idosos, Centros de Convivência para Idosos e qualidade de vida. Foram critérios de inclusão: artigos originais disponíveis na versão completa que abordem idosos (≥60 anos) participantes de centros de convivência/comunitários, que avaliem como desfecho a QV por meio de instrumentos e estudos publicados entre os anos de 2015 e 2025. Resultados e conclusões: Dos 5 artigos selecionados, participaram 501 idosos. Destes, a maioria é do sexo feminino. Em relação à faixa etária, a maior parte entre 75 e 80 anos de idade. O instrumento de avaliação da QV mais utilizado foi o WHOQOL-BREF, seguido do WHOQOL-OLD. Três estudos classificaram a QV dos idosos como “boa” ou “muito boa”. E todos apresentaram dados sobre os domínios da QV. Esta revisão apontou que a qualidade de vida desses participantes é, em geral, classificada como boa.

Biografias Autor

Josielma da Silva Fernandes, Departamento de Fisioterapia. Universidade Estadual da Paraíba. Campina Grande, Paraíba, Brasil.

Possui graduação em Fisioterapia pelo Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ (2009), Mestrado em Saúde Pública – UEPB (2020), Especialização em Saúde da Família com ênfase em Linhas de Cuidados em Saúde – UFPB (2012), Especialização em Gerontologia e Funcionalidade- UEPB (2024), Especialização em Fisioterapia em Ortopedia e Traumatologia – Certro (2024). Possui vínculo efetivo na Prefeitura Municipal de Riachão-PB atuando na Atenção Básica a Saúde (2010).

Marcia de Araújo Corcino Fernandes, Departamento de Fisioterapia. Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa , Paraíba, Brasil.

Possui formação em fisioterapia pela Faculdade Maurício de Nassau (2018). Pós-graduação em Saúde Pública (2019). Mestra em Fisioterapia pela UFPB (2023) e realiza estudos na linha de pesquisa processos de avaliação e intervenção fisioterapêutica na saúde coletiva com ênfase no envelhecimento humano.

Regimênia Maria Braga de Carvalho, Departamento de Fisioterapia. Universidade Estadual da Paraíba. Campina Grande, Paraíba, Brasil.

Possui graduação em Licenciatura Plena em Educação Física pela Universidade Regional do Nordeste (1985), mestrado em Ciências da Educação pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia (2007) e doutorado em Ciências do Movimento Humano - Universidad Autonoma de Asuncion (2011). Atuando como Professora Doutora da Universidade Estadual da Paraíba, nos cursos de Licenciatura em Educação Física e Bacharelado em Educação Física, com os componentes curriculares: Praticas corporais de aventura no ambiente escolar e dança. Atuou ministrando aulas nos seguintes componentes: fundamentos da ginástica de academia, estagio supervisionado, jogos e brincadeiras, psicomotricidade, desenvolvimento motor e aprendizagem motora, lazer e recreação, atividade física laboral no cotidiano e qualidade de vida e bem estar no trabalho e também professora Doutora da Universidade da Melhor Idade -UAMA (projeto de extensão da UEPB). Atuou como Professora Doutora colaboradora do Curso de Bacharelado em Educação Física, da Universidade Paulista, polo de Campina Grande-PB, bem como, foi Professora Doutora da UNIFACISA, do curso de Educação física. Também é Consultora do PQV - para colaboradores do SISTEMA FIEP-PB e consultora da UNIMED-CG na área de Qualidade de Vida e Promoção de saúde para idosos. Atuou também no curso de Pedagogia, da Universidade Estadual da Paraíba, ministrando os seguintes componentes curriculares: psicomotricidade e jogos e recreação. Atuou como professora no curso de especialização em Gerontologia e Funcionalidades pela Universidade Estadual da Paraíba. Foi pesquisadora do Programa de Formação de Educação do Ensino Básico, financiado pela CAPES em parceria com a UEPB. Foi Coordenadora colaboradora dos programas de Qualidade de Vida das Indústrias SESI/PB. Atuou como gestora dos projetos de inovação para a Indústria em parceria com o SESI/CNPq atuando principalmente nos seguintes temas: indústria, lazer, qualidade de vida, estilo de vida saudável, atividade física e longevidade.

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Publicado

2026-07-30